O brilho nos olhos na fase de idealização e planeamento dos cursos e ações de (trans)formação.

No texto de hoje falamos-vos de alguns feedbacks que nos são dados com bastante regularidade, durante e após, as nossas reuniões para estabelecer parcerias para a cocriação do programa de formação. Basicamente, temos sido “acusadas” de:

– Ter sempre um brilho intenso no olhar e fazer com que as pessoas se sintam valorizadas e reconhecidas nos seus contributos, temáticas e potencial para melhorar a vida das pessoas e das organizações.
– Comunicarmos de uma forma que evidencia as nossas forças de caráter.
– Comunicarmos de uma forma que estabelece quase de imediato conexão e confiança.

Bom, quais têm sido as consequências disto? As oportunidades de parceria crescem de dia para dia. E crescem direcionadas para as pessoas que trazem a força necessária para o cumprimento dos nossos objetivos.

Porquê? Porque fazemos o que somos e o que acreditamos. E quem lida connosco percebe desde logo se se alinha, ou não, com a nossa visão. A partir daí o que tem que acontecer, acontece e o que não tem que acontecer deixa de consumir o nosso tempo e disponibilidade.

E este é o nosso contributo, uma presença e uma comunicação genuínas que nos favorecem sempre que estamos diante das circunstâncias certas.

Com doses crescentes de resiliência e sentido de direção cocriamos mudanças e movimento: nas competências e nas consciências.

Porque 100% competência x 0% de consciência de nada valem.

E o mesmo resultado será obtido com 100% consciência x 0% competência.

E desse lado? Já ativou a intenção de reforçar os seus níveis de consciência e/ ou competência?

E na sua organização?